Sobre Mim...
Olá! Eu sou o Leo Ridire!


Bom, tirando o elefante da sala, eu não sou uma IA, sou apenas um autor que não deseja aparecer. Estou no Instagram com essa premissa desde 2018 e meu primeiro livro publicado no Kindle foi em 2021, logo estou lançando livros desde antes da IA aparecer no mercado para o público. Livros meus como Cidade Maravilhosa – 2086 e Os Mistérios de Jackree já estavam no wattpad desde antes da pandemia para leitura gratuita. Só para referência, a liberação pública do ChatGpt começou no final de 2022. Machina Vest comecei a escrever, em um caderno, em setembro de 2021.
Dito isto, eu sempre fui um cara que gosta de ficção científica e fantasia, acompanhando os episódios de Jornada nas Estrelas, filmes de Star Wars e não perdendo um lançamento de Senhor dos Anéis e, claro, também sou fã de animes como Lodoss, Full Metal Alchemist, Evangelion e Gundam. Lógico que essa fascinação por esses gêneros me levou ao universo dos jogos de RPG com minha primeira mesa sendo jogada em 1997 quando ainda era adolescente. Foi em 2000 que me estabeleci como narrador, começando a criar histórias naqueles cenários de campanha que adoro e não demorou para que isso se desenvolvesse em uma vontade de efetivamente escrever histórias fora de uma mesa de RPG.
Minha primeira história grande, uma sobre avatares de deuses reencarnando na Terra, algo que poderia se assemelhar a um livro, foi escrita em 2001 e, felizmente, ninguém além de mim leu aquilo! Depois disso, eu passei a escrever aventuras seriadas diversas para portais que existiam na época (quem lembra do fanfiction.net e o caixadepandora.com.br?). Foi em meados de 2009 que eu resolvi abrir meu próprio blog (“Histórias do Taberneiro”) para publicar minhas histórias e, nessa época, não só filmes e séries de vampiros estavam em alta, como o RPG do Vampiro à Máscara também estava e assim surgiu a principal série do meu blog, com novos capítulos todos os sábados de 2009 a 2016: a história era “Os Filhos do Sangue”, um dark fantasy ambientado no Rio de Janeiro, cidade onde sou nascido e criado.
Escrever uma série tão longa me ensinou muito sobre arcos de personagens, desenvolvimento de tramas, o que fazer e, especialmente, o que não fazer em uma história. Foi em 2017 que eu resolvi publicar através de uma editora tradicional o primeiro arco do Filhos do Sangue e foi um desastre completo, não tive controle criativo a respeito de certos pontos da obra, minha relação com a editora chegou a desandar de um jeito que terminou em um processo judicial e depois disso eu optei por desistir de escrever, ou, pelo menos, desistir de levar a público o que eu escrevia.
Um ano se passou e eu resolvi voltar atrás naquela decisão e mais uma vez quis a levar a público o que eu escrevo e aí nasce o Leo Ridire, em 2018, quando deixei de assinar minhas histórias como “Taberneiro” e passei a assinar com o meu atual pseudônimo. Meu objetivo era lançar histórias em plataformas e não ficar preso em histórias de vampiros como eu tinha ficado nos anos anteriores, assim, Cidade Maravilhosa – 2086 foi a primeira das minhas histórias represadas e ver a luz do dia no wattpad. Depois passei a lançar Os Mistérios de JacKree da mesma forma, com capítulos novos todos os sábados.
No início de 2020 eu já estava com a ideia de começar a lançar livros para o Kindle, mas com o surgimento da pandemia eu optei por deixar minhas histórias gratuitas para que leitores pudessem se distrair com elas sem custo. Por essa razão, o lançamento do Cidade Maravilhosa – 2086, meu primeiro livro publicado no Kindle, foi atrasado até o final de 2021.
Desde então, todo ano eu lanço um livro e ainda faço uso das plataformas de leituras gratuitas. Existem contos no meu blog e até uma história curta no wattpad. Machina Vest, minha história mais recente, esteve gratuita no wattpad de 06 de Abril de 2024 a 30 de Agosto de 2025.
Uma curiosidade sobre mim é que, quando eu comecei a escrever, permanecia muito tempo fora de casa e acabava escrevendo muito em bibliotecas e um notebook era completamente fora da realidade pra mim em 2001. Então eu peguei o hábito de escrever a mão no caderno e depois digitar no computador quando estivesse em casa. Hoje em dia eu praticamente só escrevo em casa, mas ainda assim não perdi o hábito de escrever a mão, no caderno, o que eu gosto muito, afinal, lá se foram 25 anos contando histórias dessa forma.
Bom esse sou eu e muito bem-vindo ao meu universo literário. Espero que encontre o mesmo fascínio que eu ao criá-los. Que cada capítulo seja uma nova imersão nessas histórias que me dão tanto trabalho para produzir e tanta felicidade de entregar para o público.